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quinta-feira, 24 de setembro de 2026

O que existe debaixo de uma árvore?

Muito mais do que raízes: solo, água, minerais, matéria orgânica e microrganismos fazem parte de um sistema em constante transformação

Quando olhamos para uma árvore, geralmente nossa atenção se volta para aquilo que está acima do solo: o tronco, os galhos, as folhas, as flores ou os frutos. Mas existe uma parte igualmente importante, e que muitas vezes não conseguimos enxergar.

Debaixo de uma árvore existe um ambiente complexo, onde raízes, água, minerais, matéria orgânica, nutrientes e microrganismos interagem continuamente.

Compreender essas relações é também compreender processos importantes das Ciências da Terra e da Geoquímica.

Muito mais do que raízes

O solo não é apenas o suporte físico para o crescimento das plantas. Ele é um sistema dinâmico constituído por partículas minerais, matéria orgânica, água, ar e organismos.

Nesse ambiente, as raízes ocupam um papel importante. Além de absorver água e nutrientes necessários ao desenvolvimento da planta, elas modificam as condições químicas e biológicas ao seu redor e interagem com os componentes do solo.

A região imediatamente próxima às raízes, conhecida como rizosfera, apresenta intensa atividade biológica e química. Nela, raízes e microrganismos participam de processos que influenciam a disponibilidade e a transformação de diferentes elementos químicos.

Água, minerais e nutrientes

A água que circula pelo solo transporta substâncias dissolvidas e participa de diversas reações químicas.

Ao mesmo tempo, os minerais presentes no solo e nas rochas podem liberar elementos químicos por processos de intemperismo. Esses elementos podem ser incorporados pelas plantas, permanecer no solo, ser transportados pela água ou participar de novas transformações.

Assim, existe uma circulação contínua de matéria entre diferentes componentes do ambiente.

É justamente esse tipo de interação que interessa à Geoquímica: como os elementos químicos estão distribuídos, como se transformam e como circulam entre os diferentes compartimentos da Terra.

O que acontece com as folhas que caem?

Quando folhas, galhos e outros resíduos vegetais chegam ao solo, eles não simplesmente desaparecem.

A matéria orgânica passa por processos de decomposição realizados principalmente por organismos do solo, incluindo fungos e bactérias. Durante esse processo, parte dos elementos presentes no material vegetal retorna ao ambiente.

Esse mecanismo participa da ciclagem de nutrientes, conectando a vegetação ao solo e aos organismos que nele vivem.

Carbono, nitrogênio, fósforo e outros elementos podem circular entre matéria orgânica, organismos, água e componentes minerais do solo.

E os microrganismos?

Embora sejam invisíveis a olho nu, os microrganismos desempenham funções fundamentais no funcionamento do solo.

Bactérias, fungos e outros organismos participam da decomposição da matéria orgânica e de diversas transformações químicas. Essas atividades podem modificar a disponibilidade de elementos e influenciar as características químicas do ambiente próximo às raízes.

Dessa forma, uma árvore não deve ser compreendida isoladamente.

Ela está inserida em uma rede de relações que envolve organismos, solo, água, minerais e atmosfera.

Onde entra a Geoquímica?

A Geoquímica ajuda a investigar justamente essas conexões.

Ao estudar a composição química dos solos, minerais, águas e matéria orgânica, essa área das Ciências da Terra contribui para compreender como os elementos químicos circulam e se transformam no ambiente.

Uma árvore, portanto, pode ser observada a partir de diferentes perspectivas: biológica, ecológica, ambiental, geológica e geoquímica.

O que acontece sob seus galhos envolve processos que conectam a vida aos componentes físicos e químicos do planeta.

Uma árvore faz parte de um sistema

Pensar no que existe debaixo de uma árvore é uma maneira simples de perceber que os diferentes componentes da Terra estão conectados.

A vegetação retira elementos do solo, a água transporta substâncias, os minerais sofrem transformações, os microrganismos decompõem matéria orgânica e os resíduos vegetais devolvem elementos ao ambiente.

Nada disso acontece de maneira isolada.

Uma árvore também faz parte de um sistema geoquímico.

E onde entra a BGQ/UFF?

Para compreender esses processos, a pesquisa científica é fundamental. Livros, artigos, teses, dissertações e outros documentos científicos permitem aprofundar o conhecimento sobre solos, minerais, águas, matéria orgânica, ciclos de elementos e processos ambientais.

Na Biblioteca de Pós-Graduação em Geoquímica da UFF (BGQ/UFF), o acervo reúne literatura científica voltada principalmente à Geoquímica e a áreas relacionadas das Ciências da Terra, oferecendo fontes para estudantes e pesquisadores interessados em investigar essas conexões.

Da copa às raízes, uma árvore revela muito mais do que vemos.

Observar o que acontece sob nossos pés é também descobrir como água, minerais, matéria orgânica, nutrientes e organismos participam da dinâmica da Terra.

Ciência também está debaixo de uma árvore. 

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

A Amazônia também é um sistema geoquímico

Florestas, rios, solos, sedimentos e atmosfera estão conectados por processos que envolvem a circulação e transformação de elementos químicos

A Amazônia costuma ser lembrada principalmente pela sua dimensão, biodiversidade e importância climática. Mas, além de uma imensa floresta, a região constitui um sistema complexo no qual diferentes componentes naturais interagem continuamente. Rios, solos, sedimentos, vegetação, rochas e atmosfera participam de processos físicos, químicos e biológicos que influenciam a composição e o funcionamento dos ambientes amazônicos.

É justamente nessa perspectiva que a Geoquímica contribui para compreender a Amazônia.

Onde está a Geoquímica nessa história?
Os elementos químicos estão em constante movimento entre os diferentes compartimentos do ambiente. A água, por exemplo, entra em contato com rochas e solos, promovendo processos de intemperismo e transporte de substâncias dissolvidas. Os rios também carregam partículas e sedimentos, redistribuindo materiais ao longo das bacias hidrográficas.

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica sobre a geoquímica de rios de água preta do sudeste do Amazonas analisou parâmetros como pH, condutividade, sílica e diferentes íons dissolvidos. Os pesquisadores observaram que a composição química das águas sofre influência tanto da sazonalidade quanto das características geológicas das áreas drenadas.

Esse tipo de investigação mostra que a química da água de um rio também conta uma história sobre as rochas, os solos, o clima e os processos que ocorrem em sua bacia de drenagem.

Rios que transportam muito mais do que água
Os rios amazônicos são importantes vias de transporte de materiais. Além da água, carregam substâncias dissolvidas e partículas provenientes da erosão e do intemperismo das áreas por onde passam.

Os sedimentos, por sua vez, podem transportar e armazenar elementos químicos e matéria orgânica, participando de diferentes processos ao longo das bacias. Estudos sobre os sedimentos dos rios amazônicos investigam justamente sua composição mineralógica e química e sua relação com a origem dos materiais transportados.

Assim, observar um rio amazônico pela perspectiva geoquímica significa também perguntar: o que essa água está transportando? De onde vieram esses elementos? Como eles se transformam ao longo do percurso?

E a vegetação?
A floresta também participa ativamente desses ciclos. Os nutrientes presentes no solo podem ser absorvidos pelas plantas e retornar ao ambiente por meio da queda de folhas, decomposição da matéria orgânica e outros processos. Dessa forma, a vegetação, o solo e a água estão envolvidos em uma rede de trocas que contribui para o funcionamento dos ecossistemas.

Essa interação entre componentes bióticos e abióticos é justamente uma das características que tornam a Amazônia um sistema tão complexo e importante para as pesquisas ambientais.

Por que estudar esses processos?
Conhecer a composição química das águas, solos e sedimentos pode contribuir para compreender processos naturais e também identificar alterações provocadas por atividades humanas.

Questões relacionadas à erosão, mudanças no uso do solo, mineração, qualidade da água, transporte de sedimentos e alterações nos ciclos de elementos químicos podem ser investigadas a partir de diferentes abordagens das Ciências da Terra.

Por isso, falar sobre a Amazônia também é falar sobre Geoquímica, Hidroquímica, Geologia, Limnologia, Ciência do Solo e outras áreas que, juntas, ajudam a compreender as transformações que acontecem nesse ambiente.

Para continuar pesquisando
Para quem deseja aprofundar o tema, uma indicação especialmente interessante é a obra:

CUNHA, Hillândia Brandão da; PASCOALOTO, Domitila. Hidroquímica dos rios da Amazônia. Manaus: Governo do Estado da Amazônia; Centro Cultural dos Povos da Amazônia, 2007.

A obra é dedicada especificamente à química das águas amazônicas e surgiu, segundo o próprio INPA, da necessidade de ampliar o acesso a informações sobre os rios da região para estudantes e pesquisadores.

Também vale consultar o artigo “Geoquímica de rios de água preta do sudeste do Amazonas: origem, fluxo dos elementos e consumo de CO₂”, de Anderson da Silva Lages, Adriana Maria Coimbra Horbe e Jean-Sébastien Moquet, disponível em acesso aberto na Acta Amazonica. O estudo é particularmente interessante para quem deseja observar, na prática, como a Geoquímica pode ser utilizada para investigar as águas e os processos de uma bacia amazônica.

E a biblioteca nessa pesquisa?
É aqui que a BGQ/UFF entra como espaço de apoio à pesquisa. Uma biblioteca especializada não oferece apenas livros e artigos: ela também ajuda o pesquisador a encontrar fontes relevantes, identificar diferentes tipos de documentos e construir caminhos para aprofundar uma questão científica.

Para quem pesquisa Geoquímica e temas relacionados às Ciências da Terra, o acervo pode ser um ponto de partida para descobrir trabalhos sobre águas, solos, sedimentos, minerais, processos ambientais e diferentes aspectos da interação entre os componentes do planeta.

Em 05 de setembro foi celebrado o Dia da Amazônia, fica o convite da BGQ/UFF: além de admirar a floresta, que tal conhecer também os processos científicos que ajudam a explicar seu funcionamento?

Pesquisar é também uma forma de compreender e valorizar a complexidade da Amazônia.

terça-feira, 8 de setembro de 2026

Saber pesquisar também é saber aprender: 08/09 Dia Mundial da Alfabetização

Mais do que saber ler e escrever, a formação acadêmica exige outra habilidade fundamental: saber encontrar, avaliar e utilizar a informação de maneira crítica, ética e responsável.

Celebrado em 8 de setembro, o Dia Mundial da Alfabetização é uma oportunidade para refletirmos sobre a importância da aprendizagem e do acesso ao conhecimento. No ambiente universitário, essa reflexão ganha uma dimensão especial: para estudantes e pesquisadores, saber lidar com a informação é parte essencial do processo de construção do conhecimento.

Em uma realidade na qual temos acesso a uma quantidade cada vez maior de conteúdos, pesquisar não significa simplesmente encontrar uma informação. É necessário saber qual informação procurar, onde procurá-la, como avaliar sua qualidade e de que maneira utilizá-la.

🔎 Encontrar uma informação é apenas o começo
Uma busca rápida na internet pode apresentar milhares de resultados em poucos segundos. Mas será que todos eles são adequados para uma pesquisa acadêmica?

Uma informação disponível na internet não é necessariamente uma informação científica ou confiável. É preciso observar sua origem, autoria, finalidade, atualidade, metodologia e relação com o tema pesquisado.

No contexto acadêmico, desenvolver competências para lidar com a informação envolve, entre outras habilidades:
* identificar uma necessidade de informação;
* formular estratégias de busca;
* localizar fontes relevantes;
* avaliar a autoridade e a qualidade das informações;
* comparar diferentes fontes;
* reconhecer diferentes tipos de documentos científicos;
* utilizar as informações de maneira ética;
* registrar e organizar as fontes consultadas;
* realizar citações e referências corretamente.

O Framework for Information Literacy for Higher Education, da Association of College and Research Libraries (ACRL), amplia essa compreensão ao tratar a competência em informação como um conjunto de capacidades relacionadas à descoberta reflexiva da informação, à compreensão de como ela é produzida e valorizada e ao seu uso na criação de novos conhecimentos. (Association of College and Research Libraries, 2016)1

Ou seja, pesquisar não é apenas encontrar respostas: é também aprender a fazer perguntas, avaliar evidências e construir conhecimento a partir delas.

📚 Informação científica exige olhar crítico
Para quem desenvolve uma pesquisa acadêmica, a escolha das fontes pode influenciar diretamente a qualidade do trabalho.

Um artigo científico, uma tese, uma dissertação, um livro especializado, um relatório técnico ou uma página institucional podem ter finalidades e características diferentes. Saber reconhecer essas diferenças ajuda o pesquisador a selecionar os materiais mais adequados para cada etapa de sua investigação.

Também é importante considerar que a informação científica está inserida em um processo contínuo de produção e discussão do conhecimento. O Framework da ACRL, por exemplo, apresenta conceitos como “Research as Inquiry” (Pesquisa como investigação), “Searching as Strategic Exploration” (Busca como exploração estratégica) e “Authority Is Constructed and Contextual” (A autoridade é construída e contextual). (Association of College and Research Libraries
, 2016)1

Essas perspectivas ajudam a compreender que uma pesquisa não se resume a localizar um documento. É necessário interpretar, questionar, relacionar e contextualizar as informações encontradas.

🧪 E na pesquisa em Geoquímica?
Na área de Geoquímica e Ciências da Terra, a competência em informação também é fundamental.

Uma investigação pode envolver artigos científicos, livros, teses, dissertações, trabalhos apresentados em eventos, dados científicos, mapas, relatórios técnicos e documentos produzidos por instituições de pesquisa e órgãos públicos.

Dependendo do tema, o pesquisador pode precisar localizar informações sobre:
🌎 composição química de rochas e minerais;
💧 qualidade e composição de águas;
🪨 solos e sedimentos;
🌱 ciclos biogeoquímicos;
🌊 ambientes costeiros e marinhos;
☁️ processos atmosféricos;
♻️ impactos ambientais e contaminação;
🔬 técnicas e métodos analíticos.

Nesse contexto, saber pesquisar é uma competência científica. Uma boa estratégia de busca pode ampliar o levantamento bibliográfico, ajudar a localizar estudos relevantes e evitar que informações importantes sejam deixadas de lado.

🏛️ Onde entra a biblioteca?
É justamente nesse processo que a biblioteca universitária pode atuar como parceira do pesquisador.

Mais do que disponibilizar livros e outros documentos, as bibliotecas podem contribuir para o desenvolvimento das competências necessárias para localizar, avaliar e utilizar a informação científica.

A própria ACRL destaca o papel dos bibliotecários e das bibliotecas na criação de ações de formação em competência em informação e na colaboração com professores e outros setores das instituições de ensino superior. (Association of College and Research Libraries, 2016)2

Na Biblioteca de Pós-Graduação em Geoquímica (BGQ), esse trabalho está diretamente relacionado às necessidades de informação da comunidade acadêmica.

Nosso acervo é voltado principalmente para Geoquímica e áreas relacionadas às Ciências da Terra, reunindo diferentes tipos de materiais que podem apoiar estudantes e pesquisadores em suas atividades acadêmicas. Também contamos com exemplares que abordam questões ambientais e temas que dialogam com diferentes áreas do conhecimento. Além das bibliotecas digitais, repositório institucional e acesso ao Portal de Periódicos da CAPES.

Assim, a biblioteca pode ser um ponto de partida, e também de apoio ao longo de toda a pesquisa, para quem precisa encontrar literatura científica, identificar fontes relevantes e desenvolver estratégias mais eficientes de busca e recuperação da informação.

Aprender a pesquisar é aprender continuamente
A competência em informação não é uma habilidade que se desenvolve de uma única vez. Ela acompanha a trajetória acadêmica e pode ser aprimorada à medida que o pesquisador se depara com novas fontes, ferramentas, bases de dados e formas de produção e disseminação do conhecimento.

Em um cenário informacional cada vez mais complexo, essa capacidade se torna ainda mais importante.

Por isso, neste Dia Mundial da Alfabetização, a BGQ reforça uma mensagem que vale para toda a comunidade acadêmica:


📚Precisa encontrar informação científica para sua pesquisa? Conte com a BGQ.


Fonte:

ASSOCIATION OF COLLEGE AND RESEARCH LIBRARIES. Framework for Information Literacy for Higher Education. Chicago: American Library Association, 2016. Disponível em: https://www.ala.org/acrl/standards/ilframework?utm_source=chatgpt.com. Acesso em: 8 set. 2026.

[1]: https://www.ala.org/acrl/standards/ilframework?utm_source=chatgpt.com "Framework for Information Literacy for Higher Education | Association of College and Research Libraries"

[2]: https://www.ala.org/acrl/standards/ilframeworkapps?utm_source=chatgpt.com "Framework for Information Literacy Appendices | Association of College and Research Libraries"



quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Ciência em destaque: o papel do biólogo nas Ciências da Terra


Como a Biologia pode contribuir para a compreensão dos processos que acontecem no planeta? A resposta está na interação entre os diferentes componentes da Terra e no diálogo entre as áreas do conhecimento.

No dia 3 de setembro, Dia do Biólogo, a Biblioteca de Pós-Graduação em Geoquímica (BGQ/UFF) destaca a importância da atuação desse profissional na compreensão dos sistemas naturais e das complexas relações entre os organismos vivos e o ambiente.

Embora a Biologia tenha como objeto central de estudo a vida, os organismos não estão isolados do meio em que vivem. A vida está diretamente relacionada à água, ao solo, às rochas, aos minerais, à atmosfera e aos diferentes elementos químicos presentes nos ambientes. Dessa forma, compreender os fenômenos naturais muitas vezes exige uma perspectiva que ultrapasse os limites de uma única área do conhecimento.

Quando diferentes ciências se encontram
As Ciências da Terra reúnem diferentes campos dedicados ao estudo do planeta, de sua composição, estrutura, dinâmica e dos processos que nele ocorrem. Nesse contexto, áreas como Geologia, Geoquímica, Biologia, Ecologia e Ciências Ambientais podem estabelecer importantes relações.

Um exemplo está nos ciclos biogeoquímicos, nos quais elementos químicos circulam entre a atmosfera, a água, o solo, as rochas e os organismos. Carbono, nitrogênio, fósforo e enxofre, entre outros elementos, participam de processos que envolvem simultaneamente componentes biológicos, químicos e geológicos.

A atuação integrada dessas áreas permite investigar questões como:
  • a relação entre organismos e características químicas do solo;
  • a disponibilidade e a ciclagem de nutrientes nos ecossistemas;
  • as interações entre vegetação, solo e água;
  • a influência dos organismos sobre processos de transformação da matéria;
  • a qualidade de águas superficiais e subterrâneas;
  • a dinâmica de elementos químicos nos ambientes naturais;
  • os impactos das atividades humanas sobre os ecossistemas.
Assim, o conhecimento produzido pela Biologia pode complementar estudos desenvolvidos no campo das Geociências e da Geoquímica, contribuindo para uma compreensão mais ampla dos sistemas terrestres.

E onde entra a Geoquímica?
A Geoquímica ocupa uma posição particularmente interessante nessa interface porque investiga a composição química da Terra e o comportamento e a distribuição dos elementos químicos em seus diferentes ambientes.

Ao estudar solos, águas, rochas, sedimentos e outros materiais, a Geoquímica pode contribuir para compreender como os elementos são transportados, transformados e incorporados aos diferentes compartimentos do ambiente.

Mas esses processos não acontecem de maneira isolada.

A presença de organismos, a atividade microbiana, a decomposição da matéria orgânica e a absorção de nutrientes pelas plantas, por exemplo, podem influenciar diretamente a mobilidade e a disponibilidade de elementos químicos no ambiente.

É justamente nessa zona de interação que o diálogo entre Biologia, Geoquímica e outras áreas das Ciências da Terra se torna tão importante.

Biodiversidade e ambiente: uma relação inseparável
A biodiversidade também está profundamente relacionada às características físicas e químicas dos ambientes.

As condições do solo, a disponibilidade de água, a composição mineralógica e química dos substratos e as características climáticas podem influenciar a distribuição e a sobrevivência dos organismos. Ao mesmo tempo, os próprios organismos modificam o ambiente em que vivem.

A vegetação, por exemplo, participa da formação e transformação da matéria orgânica do solo, interfere na retenção de água e contribui para a ciclagem de diversos nutrientes. Microrganismos também desempenham funções importantes na decomposição da matéria orgânica e na transformação de elementos químicos.

Dessa maneira, estudar a biodiversidade também pode significar estudar as relações químicas, físicas e ambientais que sustentam a vida.

O papel da biblioteca na construção desse conhecimento
Para que essas relações sejam investigadas, é fundamental que pesquisadores e estudantes tenham acesso a informações científicas confiáveis.

É nesse processo que as bibliotecas universitárias desempenham uma função essencial: selecionar, organizar, preservar e possibilitar o acesso à produção científica e acadêmica.

Na Biblioteca de Pós-Graduação em Geoquímica (BGQ/UFF), nosso acervo é direcionado principalmente à Geoquímica e às áreas relacionadas às Ciências da Terra. Entre os materiais disponíveis, encontram-se também publicações que abordam temas ambientais e questões que dialogam com diferentes campos do conhecimento.

Essa característica do acervo possibilita que estudantes e pesquisadores encontrem fontes para investigações que ultrapassam uma abordagem exclusivamente disciplinar, especialmente em temas relacionados à água, solo, sedimentos, recursos naturais, processos ambientais e interações entre os componentes dos sistemas terrestres.

A pesquisa científica contemporânea é cada vez mais marcada pela colaboração entre diferentes áreas. Por isso, conhecer as possibilidades oferecidas pelo acervo e saber localizar informações relevantes são etapas importantes para a construção de trabalhos acadêmicos consistentes.

Ciência que dialoga
O Dia do Biólogo é, portanto, uma oportunidade não apenas para homenagear os profissionais da área, mas também para refletir sobre a importância da integração entre os diferentes campos científicos.

A compreensão dos sistemas naturais depende da observação de suas múltiplas dimensões. Vida, água, solo, rochas, minerais e atmosfera fazem parte de um mesmo planeta e estão conectados por processos que não podem ser compreendidos completamente quando analisados de forma isolada.

Biologia, Geociências e Geoquímica podem, cada uma a partir de suas perspectivas, contribuir para desvendar essas conexões.

Neste 3 de setembro, a BGQ/UFF parabeniza todos os biólogos e biólogas e reforça a importância da ciência construída a partir do diálogo, da colaboração e do acesso à informação de qualidade.

Quer pesquisar sobre Geoquímica, meio ambiente ou temas relacionados às Ciências da Terra?
Conte com a BGQ/UFF para encontrar informação científica que possa contribuir para sua pesquisa.


 

terça-feira, 25 de agosto de 2026

Agosto Dourado: maternidade e acolhimento na universidade

Agosto também é marcado pelo Agosto Dourado, campanha de conscientização sobre a importância do aleitamento materno e de incentivo à proteção, promoção e apoio à amamentação.

Mais do que falar sobre saúde, o período também é uma oportunidade para refletirmos sobre os desafios enfrentados pelas mulheres que conciliam a maternidade com os estudos e a vida acadêmica.

Maternidade também tem espaço na universidade
A permanência de estudantes mães na universidade depende de informação, acolhimento e de condições que permitam conciliar a maternidade com a formação acadêmica.

Na Biblioteca de Pós-Graduação em Geoquímica (BGQ/UFF), buscamos manter um ambiente acolhedor, respeitoso e inclusivo para toda a comunidade acadêmica.

Quer contribuir de alguma maneira? 
Na Reitoria da UFF há uma campanha de arrecadação de potes de vidro com tampa plástica. Se você possui potes adequados para doação, pode contribuir com a campanha.
📍 Local de entrega: Setor de Saúde CASQ, na Reitoria da UFF.

A participação da comunidade ajuda a fortalecer iniciativas de apoio e cuidado relacionadas à maternidade e ao aleitamento materno.

Informação também é acolhimento
Além de apoiar iniciativas como essa, a comunidade acadêmica pode buscar informações sobre os direitos das mães universitárias e os serviços de apoio disponíveis na universidade.

💛 Neste Agosto Dourado, reforçamos a importância de uma universidade que acolhe, informa e cria condições para que a maternidade e a formação acadêmica possam caminhar juntas.



terça-feira, 18 de agosto de 2026

Mitos, lendas e a ciência que explica a Terra


No dia 22 de agosto, celebramos o Dia do Folclore, uma data que valoriza as histórias, lendas, crenças e tradições que atravessam gerações. Muitas dessas narrativas também nasceram da tentativa de compreender fenômenos naturais que, durante muito tempo, pareciam misteriosos ou inexplicáveis.

🌋 A fúria dos deuses e os vulcões
Erupções vulcânicas e terremotos já foram associados à ira de divindades e a grandes acontecimentos sobrenaturais. Hoje, a Geofísica nos ajuda a compreender esses fenômenos como resultado da dinâmica interna e dos processos naturais do planeta.

🌊 Monstros marinhos e os mistérios dos oceanos
Relatos sobre enormes criaturas que habitavam os mares fazem parte de diferentes tradições populares. A Oceanografia e o estudo da vida marinha mostram que muitos desses relatos podem ter sido inspirados por animais reais, observados de maneira incomum ou em condições pouco favoráveis à identificação.

🦖 Fósseis e criaturas lendárias
Antes de entendermos que os fósseis são registros de organismos que viveram há milhões de anos, restos de grandes animais podiam alimentar histórias sobre gigantes e criaturas extraordinárias. A Paleontologia permite interpretar esses registros e reconstruir parte da história da vida na Terra.

✨ Do mito à ciência, permanece a curiosidade de compreender o nosso planeta.

Neste mês do Folclore, a BGQ convida você a conhecer um pouco mais sobre essa relação entre imaginação, história e conhecimento científico. Para aprofundar seus estudos sobre a história da Terra, consulte nossa seção de Paleontologia e Tectônica e explore o acervo disponível na Biblioteca de Pós-Graduação em Geoquímica (BGQ/UFF).


terça-feira, 11 de agosto de 2026

11/08 Dia do Estudante: serviços da BGQ que facilitam a vida acadêmica

Para comemorar esta data tão importante para a nossa comunidade, preparamos um guia detalhado com 4 serviços essenciais da Biblioteca de Pós-Graduação em Geoquímica (BGQ) que vão transformar a sua rotina acadêmica e otimizar o seu tempo ao longo deste semestre.

Confira abaixo como podemos ajudar você em cada etapa da sua jornada universitária:

1. Auxílio na Busca e Recuperação da Informação
Encontrar fontes confiáveis para trabalhos, artigos e monografias pode ser um desafio. A equipe da BGQ oferece suporte especializado para ajudar você a:
  • Mapear e utilizar bases de dados científicas nacionais e internacionais;
  • Estruturar estratégias de busca eficientes utilizando palavras-chave e operadores booleanos;
  • Localizar livros, teses, dissertações e periódicos físicos ou digitais específicos para a sua área de pesquisa.
2. Cadastro de Usuário, Empréstimo e Renovação
Manter seu acesso aos recursos da biblioteca em dia é fundamental para não interromper seus estudos:
  • Cadastro: faça seu registro no sistema para ter acesso integral ao acervo físico e aos serviços digitais;
  • Empréstimo: retire livros e materiais de referência diretamente no balcão de atendimento;
  • Renovação: evite atrasos e multas renovando seus empréstimos de forma simples e rápida através do sistema online (Meu Pergamum) ou presencialmente.
3. Orientação no uso das Normas da ABNT (Normalização)
A formatação de trabalhos acadêmicos não precisa ser um pesadelo. Oferecemos orientação técnica para aplicação das normas da ABNT em:
  • Citações e referências bibliográficas;
  • Estruturação de trabalhos acadêmicos (TCCs, dissertações e teses);
  • Layout geral, numeração de páginas, sumários e formatação de figuras e tabelas.
4. Ambientes de estudo individual e em grupo
A BGQ dispõe de infraestrutura preparada para atender às diferentes dinâmicas de aprendizado:
  • Espaços individuais: ambientes silenciosos e focados, ideais para leitura concentrada e elaboração de trabalhos;
  • Espaço em Grupo: mesas destinadas a reuniões de projetos, discussões de trabalhos acadêmicos e grupos de estudo.
Venha Conhecer a BGQ!

A biblioteca é um espaço feito para você. Aproveite todos os recursos disponíveis para enriquecer sua formação e facilitar sua trajetória acadêmica.

Dúvidas ou precisa de atendimento? Visite nosso balcão presencialmente ou entre em contato pelos nossos canais oficiais de atendimento.
bgq.sdc@id.uff.br

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

06/08 Dia do Colecionador: conheça o acervo cartográfico da BGQ/UFF

No Dia do Colecionador, celebrado em 06 de agosto, a Biblioteca de Pós-Graduação em Geoquímica (BGQ/UFF) convida você a conhecer um dos seus patrimônios mais valiosos: o acervo cartográfico que apoia as pesquisas em Geoquímica e as demais áreas das Geociências.

Muito além dos livros, a BGQ preserva um importante conjunto de mapas geológicos, cartas topográficas, relatórios técnicos e outros materiais cartográficos que apoiam o ensino, a pesquisa e as atividades de campo desenvolvidas na área de Geociências, em especial do Programa de Pós-Graduação em Geoquímica da UFF.

Esses documentos registram informações fundamentais sobre a formação e a evolução do território, constituindo fontes de consulta indispensáveis para estudantes, pesquisadores e docentes das áreas de Geologia, Geoquímica e demais Geociências.

Se você está preparando uma aula de campo, desenvolvendo seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), dissertação, tese ou outro projeto acadêmico, vale a pena conhecer os recursos disponíveis na biblioteca. Nosso acervo físico reúne materiais que podem enriquecer sua pesquisa e contribuir para análises mais completas.

Neste Dia do Colecionador, celebramos a importância de preservar e disponibilizar essas "relíquias cartográficas", garantindo que o conhecimento científico continue acessível às próximas gerações.

Venha conhecer o acervo da BGQ/UFF e descubra como nossos materiais podem apoiar a sua pesquisa! 🗺️

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Celebrando 48 anos de apoio à pesquisa: a história e o futuro da BGQ


Olá, comunidade acadêmica!

Como bibliotecárias, vemos diariamente a magia da pesquisa acontecer entre as nossas estantes. Por isso, é com imenso orgulho que celebramos e compartilhamos com vocês um momento histórico para o nosso espaço.

Desde 1977, a Biblioteca de Pós-Graduação em Geoquímica (BGQ) atua como o coração informacional dos nossos alunos, professores e pesquisadores. São 48 anos dedicados a apoiar, preservar e difundir o conhecimento científico, formando gerações de profissionais brilhantes.

Nosso lar no Instituto de Química da UFF
Estar situada dentro do Instituto de Química da Universidade Federal Fluminense é um privilégio. Isso nos permite viver o dia a dia da ciência de perto, entendendo as necessidades reais de quem está nos laboratórios e nas salas de aula. Acreditamos que uma biblioteca universitária vai muito além do empréstimo de livros; somos um ambiente vivo de conexões, um refúgio para o foco e um pilar de apoio inabalável à excelência em Geoquímica.

O que oferecemos a você?
Nossa trajetória se mistura com a história de inúmeras descobertas científicas que ganharam corpo aqui dentro. Trabalhamos todos os dias para manter um acervo especializado e atualizado, além de oferecer orientação em levantamentos bibliográficos, normalização de trabalhos e uso de bases de dados. Nosso objetivo é garantir que você tenha a melhor informação possível para fundamentar seus estudos.

Se você é novo no Instituto de Química ou se já é de casa, mas faz tempo que não nos visita, sinta-se convidado. Venha conhecer nossas instalações, explorar nosso acervo ou simplesmente bater um papo sobre como podemos otimizar a sua pesquisa.

A BGQ é feita para vocês e por vocês. Até breve, entre livros e descobertas! 📚🔬 

Verônica, Catia e Letícia - Equipe de bibliotecárias da BGQ

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Da curiosidade à descoberta: 11 de fevereiro, celebrando o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência

Você já parou para pensar em quantas descobertas científicas que mudaram o mundo foram feitas por mulheres? E, mais importante, quantas deixaram de ser feitas porque meninas não foram incentivadas a seguir carreiras em ciência, tecnologia, engenharia e matemática?

Hoje, 11 de fevereiro, comemoramos o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência. Esta data não é apenas uma celebração, mas um chamado urgente para a ação. Foi estabelecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas para promover o acesso integral e igualitário de mulheres e meninas à ciência.

Por que essa data ainda é necessária?
Apesar dos avanços nas últimas décadas, as mulheres ainda estão sub-representadas em muitos campos científicos. Estereótipos de gênero, falta de modelos visíveis e barreiras culturais muitas vezes afastam meninas brilhantes de carreiras que elas poderiam revolucionar.

A ciência é uma busca coletiva pela verdade e pela inovação. Quando excluímos metade da população desse processo, limitamos nosso potencial de resolver problemas complexos, desde a cura de doenças até as mudanças climáticas. A diversidade na pesquisa traz novas perguntas, novas abordagens e melhores resultados.

O papel da Biblioteca e a inspiração
A imagem que ilustra este post reflete o nosso desejo: ver meninas olhando para telescópios com a certeza de que podem ser astrônomas; mulheres programando com a confiança de quem constrói o futuro; e cientistas em laboratórios sendo reconhecidas por seu trabalho vital.

Aqui na biblioteca, acreditamos que o acesso à informação é o primeiro passo para quebrar barreiras. Livros, biografias de grandes cientistas e materiais de divulgação científica são janelas para um mundo de possibilidades.

Se você é uma menina curiosa sobre como o mundo funciona, ou se você conhece uma, saiba que a biblioteca é o seu laboratório inicial. Venha explorar nosso acervo de ciências, conhecer histórias inspiradoras de mulheres que desafiaram o status quo e descobrir que a ciência também é o seu lugar.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Janeiro Branco e o cuidar da mente


O Janeiro Branco convida a comunidade acadêmica a refletir sobre a importância da saúde mental nos ambientes educacionais, como bibliotecas, universidades e instituições de ensino. Esses espaços, tradicionalmente associados ao conhecimento, também devem ser lugares de acolhimento, diálogo e cuidado com as pessoas que os frequentam.

A rotina acadêmica pode trazer desafios emocionais relacionados a prazos, avaliações, pesquisas e responsabilidades profissionais. Por isso, falar sobre saúde mental, incentivar a escuta ativa e promover ações de bem-estar são práticas fundamentais para uma educação mais humana e inclusiva.

Bibliotecas e universidades têm um papel estratégico na promoção do equilíbrio emocional, ao oferecer ambientes seguros, informativos e acessíveis, que contribuem para o desenvolvimento integral de estudantes, docentes e técnicos. Aproveite para conhecer o Cantinho da Descompressão da BGQ.

Que o Janeiro Branco seja um ponto de partida para fortalecer o cuidado com a mente, o respeito às emoções e a construção de comunidades acadêmicas mais saudáveis e empáticas. 🤍📖

sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

BGQ - Recesso Natal e Ano Novo


Durante o período de fim de ano, as Bibliotecas UFF - escolares, universitárias e de memória - estarão dedicadas a atividades administrativas internas, elaboração de relatórios e planejamento de ações culturais e treinamentos para 2026.

O atendimento on-line será mantido por meio do e-mail da biblioteca (bgq.sdc@id.uff.br) e, em casos excepcionais, o atendimento presencial poderá ser realizado mediante agendamento prévio.

Fiquem atentos aos nossos sites institucionais e às mídias oficiais para atualizações e comunicados.


 

quarta-feira, 15 de outubro de 2025

15 de outubro Dia do Professor

Neste 15 de outubro, celebramos o Dia do Professor, data dedicada a reconhecer o papel essencial daqueles que dedicam suas vidas ao ensino, à pesquisa e à formação de novos profissionais.

Na Geoquímica, cada docente é um elo fundamental na construção do conhecimento sobre o planeta, investigando a composição química da Terra, suas transformações e os processos que sustentam a vida e o ambiente.

Mais do que ensinar, os professores da área inspiram o pensamento crítico, a curiosidade científica e o compromisso com o futuro sustentável.

A todos os docentes que compartilham conhecimento, incentivam a descoberta e formam gerações de pesquisadores: nossa profunda admiração e gratidão.


Feliz Dia dos Professores!



quarta-feira, 9 de julho de 2025

A BGQ completou 47 anos!

No dia 08/07/2025, celebramos juntos mais de quatro décadas de história, serviços e apoio à pesquisa científica!

A festa foi marcada por muito carinho, reencontros e um clima junino acolhedor que tomou conta da nossa biblioteca. Tivemos comidas típicas, decoração temática e um espaço preparado com muito cuidado para receber a comunidade acadêmica.

📸 As fotos registram os sorrisos, os abraços e a alegria de quem fez e faz parte da trajetória da Biblioteca da Pós-Graduação em Geoquímica (BGQ/UFF). No instagram @bgquff você pode visualizar mais fotos da nossa comemoração e do nosso espaço.

Participante em volta da mesa do bolo, ambiente com enfeites de festa junina
As 10 pessoas que foram sorteadas com brindes na comemoração, ambiente decorado com festa junina, na frente das pessoas tem uma mesa com bolo e docinhos

Agradecemos a todos que participaram e celebraram conosco! 💙 

Seguimos firmes no compromisso de apoiar a ciência e a formação acadêmica.


segunda-feira, 30 de junho de 2025

Biblioteca da Pós-Graduação em Geoquímica celebra 47 anos

No mês de junho de 2025, a Biblioteca da Pós-Graduação em Geoquímica (BGQ/UFF) completou 47 anos de história, serviços e apoio à pesquisa científica. Para comemorar essa trajetória ao lado da comunidade acadêmica, a equipe da biblioteca preparou uma celebração especial com tema de festa junina, para o dia 08 de julho, reforçando os laços de pertencimento, cultura e tradição.

Desde junho de 1978, a BGQ tem sido uma parceira fundamental na formação de pesquisadores, no acesso à informação qualificada e na preservação da memória acadêmica do Programa de Pós-Graduação em Geoquímica.


Haverá decoração temática, quitutes juninos e aquele clima acolhedor que é marca registrada da nossa biblioteca. Será um momento especial para reencontrar colegas, celebrar conquistas e fortalecer a comunidade acadêmica. 

Esperamos você com alegria, pipoca e muito orgulho dessa caminhada! 💛
📸 Após o evento, publicaremos fotos e registros aqui no blog e nas nossas mídias sociais (Instagram e Facebook). Fique ligado!

quinta-feira, 5 de junho de 2025

5 de Junho – Dia Mundial do Meio Ambiente: a responsabilidade é de todos nós

O Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho, foi estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1972 e tem como objetivo promover a consciência e a ação global em prol da preservação ambiental. A cada ano, um tema central orienta as campanhas e discussões internacionais — mas a essência permanece a mesma: o futuro do planeta depende das ações que tomamos hoje.


O Que Podemos Fazer?

Pequenas atitudes no cotidiano podem causar grandes impactos positivos. Entre elas:

Reduzir o consumo de água e energia;

Evitar o uso de descartáveis e priorizar materiais reutilizáveis;

Promover a separação e o correto descarte de resíduos;

Incentivar práticas de mobilidade sustentável;

Valorizar e proteger os ecossistemas locais.


A UFF e a Sustentabilidade

A Universidade Federal Fluminense tem investido em políticas e projetos voltados à sustentabilidade, como iniciativas de coleta seletiva, uso eficiente de recursos e promoção da educação ambiental. Acreditamos que educar é também cuidar do planeta.

Vamos Juntos?

Neste Dia do Meio Ambiente, convidamos toda a comunidade acadêmica a refletir sobre o impacto das nossas ações e o legado que queremos deixar para as futuras gerações.

A biblioteca universitária vai além do papel de centro de informação: ela é um espaço de formação cidadã. Por meio de ações educativas, projetos, campanhas e exemplos cotidianos, pode atuar como agente ativo na construção de uma universidade mais sustentável.

🌿 Cuidar do meio ambiente é também uma questão de qualidade — de vida, de gestão e de futuro.

Vamos colocar em prática os 5 R's da sustentabilidade!
Repensar, Reduzir, Reutilizar, Reciclar, Recusar.

terça-feira, 22 de abril de 2025

22 de Abril – Dia Mundial da Terra: Cuidar do planeta é cuidar de nós mesmos

No dia 22 de abril, celebramos o Dia Mundial da Terra, uma data que nos convida a parar, respirar fundo e refletir: como estamos tratando a nossa casa?

A Terra é mais do que um planeta — é o solo que sustenta nossos passos, o ar que enche nossos pulmões, a água que sacia nossa sede e o berço de toda a vida conhecida. Mesmo assim, muitas vezes esquecemos que nós somos parte dela, e não seus donos.

A Terra não precisa de nós.

Nós é que precisamos dela.

Todos os dias, dependemos da natureza para sobreviver:

Do solo fértil que dá origem aos alimentos.

Das florestas que filtram o ar.

Dos oceanos que regulam o clima.

Da biodiversidade que mantém o equilíbrio da vida.

E no entanto, os impactos da ação humana são cada vez mais visíveis: desmatamento, poluição, mudanças climáticas, perda de espécies… O planeta vem dando sinais de alerta. Cabe a nós ouvi-los — e agir.

O que você pode fazer?

Pequenas atitudes geram grandes transformações. Veja algumas formas de contribuir com o planeta:

🌱 Reduza o consumo e evite desperdícios.

♻️ Recicle sempre que possível.

🚲 Dê preferência a meios de transporte sustentáveis.

🌿 Valorize e preserve áreas verdes.

💡 Economize energia e água.

📢 Compartilhe conhecimento e incentive mudanças.

O futuro é agora

Cuidar da Terra é um compromisso diário. É entender que não existe "Planeta B", e que nosso futuro depende das escolhas que fazemos hoje.

Neste 22 de abril, que tal assumir o compromisso de viver de forma mais consciente e sustentável? 🌍💚

Porque proteger a Terra é proteger a nós mesmos — e às futuras gerações.