Mostrando postagens com marcador Sustentabilidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sustentabilidade. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 22 de abril de 2025

22 de Abril – Dia Mundial da Terra: Cuidar do planeta é cuidar de nós mesmos

No dia 22 de abril, celebramos o Dia Mundial da Terra, uma data que nos convida a parar, respirar fundo e refletir: como estamos tratando a nossa casa?

A Terra é mais do que um planeta — é o solo que sustenta nossos passos, o ar que enche nossos pulmões, a água que sacia nossa sede e o berço de toda a vida conhecida. Mesmo assim, muitas vezes esquecemos que nós somos parte dela, e não seus donos.

A Terra não precisa de nós.

Nós é que precisamos dela.

Todos os dias, dependemos da natureza para sobreviver:

Do solo fértil que dá origem aos alimentos.

Das florestas que filtram o ar.

Dos oceanos que regulam o clima.

Da biodiversidade que mantém o equilíbrio da vida.

E no entanto, os impactos da ação humana são cada vez mais visíveis: desmatamento, poluição, mudanças climáticas, perda de espécies… O planeta vem dando sinais de alerta. Cabe a nós ouvi-los — e agir.

O que você pode fazer?

Pequenas atitudes geram grandes transformações. Veja algumas formas de contribuir com o planeta:

🌱 Reduza o consumo e evite desperdícios.

♻️ Recicle sempre que possível.

🚲 Dê preferência a meios de transporte sustentáveis.

🌿 Valorize e preserve áreas verdes.

💡 Economize energia e água.

📢 Compartilhe conhecimento e incentive mudanças.

O futuro é agora

Cuidar da Terra é um compromisso diário. É entender que não existe "Planeta B", e que nosso futuro depende das escolhas que fazemos hoje.

Neste 22 de abril, que tal assumir o compromisso de viver de forma mais consciente e sustentável? 🌍💚

Porque proteger a Terra é proteger a nós mesmos — e às futuras gerações.



segunda-feira, 14 de maio de 2018

Campanha Troca-Troca de Livros

Estamos prorrogando a data do recebimento dos livros para participar da "Campanha Troca-Troca de Livros" para o dia 25 de maio, e a realização da troca para o dia 29 de maio de 2018. 

Contamos com a participação de vocês no compartilhar do conhecimento.

Local: Biblioteca de Pós-Graduação em Geoquímica (BGQ)
Horário: 11h às 15h

Outras informações clique aqui.


TROCA-TROCA DE LIVROS
#diamundialdolivro
23/04

sexta-feira, 26 de maio de 2017




A UFF aderiu ao Processo Eletrônico Nacional (PEN), que é uma iniciativa conjunta de órgãos e entidades de diversas esferas da administração pública, com o intuito de construir uma infraestrutura pública de processos e documentos administrativos eletrônicos, objetivando a melhoria no desempenho dos processos do setor público, com ganhos em agilidade, produtividade, transparência, satisfação do usuário e redução de custos. O PEN introduz práticas inovadoras no setor público – elimina o uso de papel como suporte físico para documentos institucionais e disponibiliza informações em tempo real.

Veja abaixo o vídeo da campanha de divulgação:
Fonte: UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. UFF Digital. Disponível em: <http://www.uff.br/sei>. Acesso em: 23 jan. 2017.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Rompimento de barragens em MG pode causar danos ambientais

“É preciso avaliar exatamente quais os compostos químicos presentes nestes rejeitos que vazaram. O mais comum na atividade de mineração é a presença do que chamamos de lixívia ácida e os chamados metais pesados. O maior risco desses materiais é que eles podem afetar a cadeia trófica. Ou seja, eles contaminam as plantas presentes na água, o peixe se alimenta delas e quando o homem come esse peixe, pode também ser contaminado. Mas esse impacto só seria sentido daqui a cerca de dois anos”, diz Júlio César Wasserman, oceanógrafo químico e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF).

 | Ricardo Moraes/Reuters

Saiba mais aqui.

Fonte: Gazeta do Povo, 06/11/2015.


sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Para além da Amazônia

Gestão ambiental, impacto das mudanças climáticas e desenvolvimento sustentável na região amazônica foram destaque nos últimos dias da Reunião Anual da SBPC. Mas evento não se restringiu a questões locais e abordou outros temas relevantes para a pesquisa e o ensino no país.

Para além da Amazônia
Como esperado, assuntos relacionados à Amazônia estiveram em evidência nesta edição da Reunião Anual da SBPC, realizada no Acre. (foto: Marcelo Garcia)

Realizada em plena floresta amazônica, em Rio Branco, no Acre, a 66ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) não poderia se furtar de debater em profundidade temas associados à exploração e preservação dos vastos recursos naturais da região. Porém, o que se viu foram discussões que abordaram questões caras não só ao desenvolvimento sustentável da Amazônia, mas ao progresso da pesquisa e do ensino em todo o país. Mudanças climáticas, reforma universitária, democratização dos meios de comunicação, ética na pesquisa e muitos avanços científicos foram apresentados nas salas e auditórios que abrigaram o maior evento científico do país, encerrado no domingo (27/07).

De forma complementar ao debate sobre a falta de doutores no Norte do país, discutiu-se, por exemplo, a necessidade de se fortalecerem as universidades da região, com a criação de projetos conectados com o principal vetor de desenvolvimento regional: a floresta. Em conferência na última sexta-feira (25/07), o ministro da Educação, José Henrique Paim, prometeu empenho e investimento na área e utilizou a própria Universidade Federal do Acre para exemplificar o gargalo que existe na região: com quase meio século de existência, apenas em 2014 a instituição criou seu primeiro curso de doutorado.

O ministro também ressaltou a necessidade de um novo modelo universitário em geral, que leve em conta o papel dessas entidades no desenvolvimento do país e que mantenha relação mais próxima com o setor industrial. Nesse sentido, citou o recém-anunciado programa Plataformas do Conhecimento como alternativa para fomentar a cooperação entre o setor produtivo e as instituições de ciência e tecnologia. Paim ainda destacou a necessidade de internacionalizarmos nossas instituições: mesmo elogiando o programa Ciência sem Fronteiras, defendeu que é preciso ir mais longe nesse processo de cooperação entre universidades brasileiras e do exterior.

Duas mesas-redondas também falaram sobre a necessidade de reformas no ensino brasileiro. Uma delas relacionou a dificuldade de atrair e fixar doutores na Amazônia à falta de recursos, de condições de pesquisa e de infraestrutura da região. Sem escolas particulares e sistema de saúde de primeira linha, por exemplo, a capacidade de manter doutores diminui, argumentaram os palestrantes – e os resultados aparecem, por exemplo, na discrepância regional em indicadores de competência científica e de educação.

Na outra mesa, pesquisadores defenderam que é preciso estimular a autonomia, a sustentabilidade financeira e a maior capacidade de operação da pesquisa básica aplicada nas universidades brasileiras. Os debatedores problematizaram a emergência de grandes conglomerados privados de ensino superior, a necessidade de repensar os instrumentos de avaliação e supervisão dessas instituições, a perda de terreno do ensino presencial para o ensino a distância e a importância de levar a universidade a mais municípios do país, além da defenderem a adoção de currículos mais leves e interdisciplinares.

Foco na Amazônia


Como não poderia deixar de ser, a questão ambiental também foi destaque no evento. Em uma das palestras mais aguardadas, o climatologista Philip Fearnside, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em Manaus, abordou o impacto das mudanças climáticas na gestão de risco na Amazônia. O francês radicado no Brasil há 40 anos chamou a atenção para a relação entre hidrelétricas e a emissão de gás metano, um dos principais causadores do efeito estufa, e defendeu que a implantação das hidrelétricas de Tucuruí e Belo Monte, no Pará, e de Santo Antônio, em Rondônia, foi fundamental para a ocorrência das secas e enchentes recentes na Amazônia – a cheia do rio Madeira, por exemplo, isolou o Acre por dez dias no início do ano.

Um recurso pouco conhecido presente na região, o Sistema Aquífero Grande Amazônia, também foi lembrado nas palestras. Com mais de 162 quilômetros cúbicos de água escondida no subterrâneo, relativos a quatro bacias hidrográficas (Acre, Solimões, Amazonas e Marajó), o aquífero teria importância vital para a manutenção do sensível equilíbrio climático da floresta, em especial seu regime de chuvas – o que o torna fundamental para o clima de todo o país e até para atividades como a geração de energia elétrica. 

O passado da região amazônica foi explorado pelo professor Jonas Pereira de Souza Filho, da Ufac. Ele apresentou registros fósseis de jacarés, tartarugas, jabutis, capivaras, aves gigantes, preguiças e outros animais, a maioria deles extintos, mas que já reinaram na região e são prova de que a grande floresta de hoje é apenas o estado atual da longa história evolutiva da própria Terra. Os achados indicam que a Amazônia já foi um enorme pantanal e uma savana – retorno ao passado que pode ajudar, inclusive, a pensar sobre o futuro da região.


Por: Marcelo Garcia
Fonte: Ciência Hoje On-line, 28/07/2014
Para acessar a matéria completa clique aqui.