segunda-feira, 19 de setembro de 2022
Vaga para professor na UFG
sexta-feira, 3 de junho de 2022
Vaga para consultor(a) na Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico - ANA
sexta-feira, 5 de novembro de 2021
Vaga na UFC - área de Geologia
quarta-feira, 14 de abril de 2021
Vaga para Analista Químico Ambiental

📢 Vaga disponível!
Vaga para Analista Químico Ambiental
Requisito: Formação Superior na área de química
(bacharel ou engenharia), geologia, meio ambiente
(gestão ou engenharia) ou área correlata.
Inscrições no site: https://bityli.com/YrJSm
Informações retiradas da página da vaga. Descrição do
cargo e demais informações poderão ser obtidas no
mesmo endereço eletrônico.
segunda-feira, 5 de abril de 2021
Vaga de Professor Substituto na UFPR - área de Geologia
Ainda dá tempo de se inscrever!!!!
Requisito: Graduação em Geologia ou Engenharia Geológica; Mestrado com tema de dissertação relacionado às Áreas do Conhecimento, obtidos na forma da lei.
Seleção: Análise de Currículo e Prova Didática. Sendo a prova didática realizada de forma remota síncrona.
Local e Horário das Inscrições: A ficha de inscrição e documentos comprobatórios devem ser enviados por e-mail para a Secretaria do Departamento de Geologia até às 17h do último dia do período de inscrições através do endereço dpgeologia@ufpr.br. Edital nº 79/21- PROGEPE.
Informações das demais etapas do processo seletivo poderão ser obtidas no mesmo endereço eletrônico.
quarta-feira, 21 de outubro de 2020
sexta-feira, 18 de outubro de 2019
16º Simpósio de Geologia do Sudeste
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
UFAM lança concurso para magistério superior
terça-feira, 6 de setembro de 2016
Concursos abertos para a área de Geologia
IFPA - Edital 006/2016
Dourados (MS) - Edital 001/2016
IFAP - Edital 001/2016
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Bridgmanita
Cientistas encontram primeira amostra natural do mineral mais abundante da Terra, que compõe grande parte do interior do planeta. Descoberta não veio do subsolo, mas sim de um meteorito, e permitiu a caracterização e nomeação oficial do material
sábado, 26 de julho de 2014
Brasil obtém permissão da ONU para explorar minério em fundo do oceano
Segundo estudos do governo federal, área de 3 mil quilômetros quadrados contém minerais raros usados em indústria de alta tecnologia.
Área a ser explorada fica em águas internacionais, a 1.500km da costa do Rio de Janeiro (Foto: Divulgação/CPRM/BBC)Novas permissões
Fonte: O Globo. 24/07/2014.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Era uma vez um deserto
Montanhas verdejantes da região mineira de Diamantina já foram o lugar de um grande deserto na pré-história. A constatação veio da análise de rochas sedimentares de aproximadamente 1,8 bilhão de anos
(foto: Fábio Simplicio)
Atmosfera com oxigênio
Além de analisar os componentes e a idade das rochas, o geólogo percebeu a presença de óxido de ferro (Fe2O3), produto de oxidação, revestindo os grãos de areia. “Isso mostra que essas rochas se formaram em um ambiente em que já existia oxigênio livre na atmosfera”, comenta.
Possível aplicação
Simplicio destaca que o trabalho pode servir de base para a criação de modelos mais completos que reproduzam o ambiente da Terra há 1,8 bilhão de anos e ajudem a conhecer mais precisamente a distribuição espacial dos diferentes sistemas.
Por Camille Dornelles
Fonte: Ciência Hoje On-line. 17/01/2014.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Navegando em águas profundas
Realizada entre os dias 9 e 27 de maio deste ano, o objetivo da expedição era fazer estudos geológicos e biológicos no fundo da Bacia de Santos, na Elevação do Rio Grande e na chamada Dorsal de São Paulo.
A Elevação do Rio Grande é uma estrutura topográfica localizada entre a costa do sul do Brasil e a cordilheira meso-oceânica. A Dorsal de São Paulo, por sua vez, é uma cadeia montanhosa situada na margem continental brasileira, a oeste da Elevação do Rio Grande.
A Expedição Iata-Piuna resultou de uma associação entre o Brasil e o Japão e contou com a participação de pesquisadores de diversas universidades e centros de pesquisa do país, como a Universidade do Vale do Itajaí (Univali), de Santa Catarina.

“Observamos formações rochosas grandes, mas, infelizmente, não foi possível coletar fragmentos para análise em laboratório”, relata Perez. “Como só avistamos a estrutura, temos apenas evidência de que pode haver um pedaço de continente no fundo do mar”, pondera.
Jardim de corais
Para os mergulhos em águas profundas, os pesquisadores utilizaram o submersível Shinkai 6.500, que pesa 27 toneladas, tem paredes de titânio com 7 cm de espessura para resistir à pressão da água e capacidade para três tripulantes.O equipamento pode chegar a 6 mil metros abaixo da superfície do oceano, produzir imagens das áreas analisadas e coletar organismos, água, rochas e solo marinho por meio de braços robotizados e outros instrumentos.
Além de conhecer as rochas continentais, essa tecnologia permitiu aos pesquisadores avistar ’jardins de corais‘, uma amostra da biodiversidade marinha na Elevação do Rio Grande. Perez conta que já se suspeitava da existência de uma ampla comunidade de corais na área, mas isso só se confirmou durante a expedição.
“Esses corais de água fria são de grande beleza”, descreve o oceanógrafo da Univali, um dos tripulantes do Shinkai 6.500 na ocasião do mergulho. O ambiente, a cerca de 1,2 mil metros de profundidade, é sustentado pela corrente marinha profunda, que carreia alimento para os corais e para as espécies a eles associadas (peixes, lagostas, caranguejos, esponjas e ouriços-do-mar).
De acordo com o pesquisador, os mergulhos, que começavam de manhã bem cedo, duravam em média oito horas. Todas as amostras coletadas durante essas descidas exploratórias estão agora sendo analisadas em laboratórios. Os resultados devem estar disponíveis no ano que vem.
A experiência dos tripulantes da Expedição Iata-Piuna – expressão que, em tupi-guarani, quer dizer ‘navegando em águas profundas e escuras’ – está registrada em um diário de bordo on-line.
Marina Sequinel
Fonte: Ciência Hoje On-line/ PR








